Capela do Arquitecto

No dia 12 de fevereiro fui fazer gifting the orgonite na vila de Mafra, Portugal, começando por uma estrada que fica entre duas rotundas e que achava stressante de lá passar; isto fica perto de um par de monumentos e do que eu suponho sejam os edifícios destinados aos oficiais da base do exército, pois são edifícios sossegados, mais bonitos e situados no topo de uma colina com vista para a região.

 

Muitos gatos numa pequena rua das proximidades – como deves ter percebido, há muito disto.

 

Acredito que isto seja algum tipo de memorial de guerra.

 

Foram lançado alguns Tomba Torres (TBs) perto dos pontos que pareciam relevantes. Planeei deixar um Cone sob um ponto de observação, mas essa estrada era privada. Acho que usei orgonite suficiente, mas eu queria mesmo ter lá metido um Cone 😉 Isso poderá ser feito mais tarde, atrás da base militar, num parque que é aberto ao público.

Depois de voltar para o carro reparei as antenas perto dos correios e do tribunal precisavam de orgonite – percebi isso ao notar um tipo característico de dor de cabeça, que é um sinal comum de energia negativa – outro sinal comum é um apertar do estômago.

O lugar onde a maioria dos TBs tinha sido colocado, numa acção de gifting anterior, tinha sido num local abandonado mas ainda assim não impossível de ser “limpo” pelos donos, então passei pelas ruas próximas e coloquei orgonite em lugares que pareciam menos propensos a ser descobertos.

 

Algumas das antenas próximas.

 

Este edifício com cúpula deixou-me curioso – acontece que é a “nova” Câmara de Mafra. Mais tarde vou passar por lá e ver como está de energias. Edifícios imponentes são normalmente bons alvos 😉

 

Depois disso fui ao centro da vila, onde fica o grande complexo desportivo, as escolas, o hospital e alguma indústria. A energia desta área estava boa, mas deixei uma orgonite num local muito agradável, perto da indústria mas com muita natureza – parecia-me a coisa certa a fazer.

 

Na vizinhança, a igreja de St. André, que já tinha levado orgonite anteriormente e também estava bem.

 

De lá fui para o cemitério, que ficava muito perto com o carro. Parecia-me pesado quando cheguei, mas depois de aplicar a orgonite senti muito alívio e o ar parecia estar limpo. Fui-me embora com o espírito em alta 🙂

Depois disso, chegou a vez dos edifícios da Protecção Civil, onde deixei alguns TBs.

Uma vez conversei com alguém da Protecção Civil sobre como uma pessoa que tinha atropelado outra e fugido tinha sido apanhada porque o seu carro – como todos os carros novos – tinha um GPS instalado de fábrica que ninguém conhece, não está documentado e provavelmente não é muito fácil de desactivar. Eu comentei que é bom que ela tivesse sido apanhada, mas que era um problema as pessoas não serem informadas sobre o GPS. O meu interlocutor, um homem que considero racional, parecia achar este secretismo absolutamente normal. Acho que o “senso comum” é um contradição 😎

 

Outra antena previamente giftada, esta perto da autoestrada. Como estava bem, segui para a próxima etapa.

 

O último alvo do dia era uma capela num lugar de difícil acesso. É num vale bonito e relativamente isolado onde podes seguir pela estrada de asfalto durante um bocado, mas a menos que o veículo tenha tracção às quatro rodas vais ter que andar os últimos 700 metros a pé.

No caminho encontrei um homem que estava ocupado em colocar alguns sinais. Parece que há uma trilha oficial de caminhada que atravessa a Europa, de Portugal à Rússia, e a única parte que não foi marcada foi uma linha local, que ele estava a tratar de arranjar. É uma experiência agradável fazer caminhadas por sítios deste, como já tive a sorte de fazer.

Quase no final do caminho há uma ponte moderna que pode suportar veículos e com água a correr por baixo. Depois de alguns passos a capela fica à direita, enquanto que seguindo o caminho leva a uma pequena ponte mais velha e, continuando o caminho, uma pequena aldeia a poucos quilómetros de distância, do outro lado do monte. Perto da ponte encontram-se dois riachos que se juntam e esta água acaba por ir dar ao mar, que não fica longe. A água naturalmente recebeu orgonite.

 

Enquanto estava a caminho deste lugar, a energia daquela área já me parecia especial e muito boa. Convenci-me de que podia lá haver um vórtice de energia.

 

A pequena ponte com o velho barracão por trás, vista do oeste.

 

Outra razão para pensar num vórtice foi a própria capela ser bastante isolada. Não há casas nas proximidades, apenas um edifício que parece ter tido uso agrícola no passado. Deixei um Cone por perto e subi para a capela, onde podia aproveitar o sol e a energia local. Passei algum tempo a tentar perceber se já tinha feito o suficiente.

 

Imagens da capela, chamada ‘da Nossa Senhora do Arquitecto’ (nome igual ao do vale).

 

Alguma coisa me estava a incomodar, portanto na altura de ir embora decidi subir o monte que fica por detrás da capela, onde pensei que o vórtice estava localizado. Não senti nada particularmente especial no local onde deixei um segundo Cone, mas parecia-me estar mais perto. Concluí que o Cone mais próximo era o suficiente e fui-me embora, a pensar também nos segredos que escondem esses caminhos 😉

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